A revista URTIGÃO nasceu para satisfazer os "orfãos" do Chico Bento. De acordo com Andrade Filho, Urtigão foi a "escolha natural" por ser um Hillbilly e por garantir liberdade de criação. "Até então, ele só havia aparecido como coadjuvante nas histórias emq quadrinhos de Peninha e Donald, e sua única característica era ter o Cão como mascote - além de ser um notório emitão", diz o ex-diretor editorial. "Ou seja, tínhamos um universo inteiro a ser desenvolvido e explorado. e a equipe do centro de Criação se esbaldou". Essa equipe incluía autores como Arthur Faria Jr., Luís Aguiar, Gérson Teixeira e Kaled Kanbour nos roteiros e, na arte, Euclides Miyaura, Verci de Mello, Irineu Soares Rodrigues e Eli Leon.
1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 2006
Um novo marco, o primeiro gibi do Urtigão no Brasil, lançado em junho de 1987.
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1987
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1988
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1989
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Estreia Firmina, a grande companheira do Urtigão. A dupla Urtigão e Firmina não demorou a cair no gosto popular. Com o sucesso de Urtigão in Rio, veio a continuação em 1993. Na série Zé no Brejo, é o carioca que vai passar férias no mato. O personagem fez sucesso também na Colômbia.
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1990
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1992
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1994
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Entre 1994 e 2006, o personagem parecia ter mergulhado numa reclusão definitiva, bem ao gosto de sua personalidade eremita. Sua retomada acontece em 2006.
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2006
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Almanaques
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